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Os amigos de Michele iniciaram a campanha #OndeEstáMichele nas redes sociais para intensificar ainda mais as buscas à Cabeleireira que desapareceu no início da segunda quinzena de janeiro, quando saía do Salão do Reino das Testemunhas de Jeová, no Centro de Maricá, e deixou as duas filhas com uma amiga depois de receber uma mensagem.

A família de Michele Fernandes de Oliveira está em busca de qualquer informação que leve ao seu paradeiro. A cabeleireira de 35 anos está desaparecida desde a noite do dia 17 de janeiro (quinta-feira), quando saía do Salão do Reino das Testemunhas de Jeová, no Centro de Maricá, e deixou as duas filhas com uma amiga depois de receber uma mensagem. Moradora de Vista Alegre (Zona Norte do Rio), Michele estava à procura de uma casa para viver na cidade onde já havia morado há cerca de seis anos.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, que não descarta nenhuma hipótese. “Todas as possibilidades estão sendo consideradas” disse o investigador Luiz Eduardo, do núcleo de investigação da Seção de Descoberta de Paradeiro (SDP), vinculada à Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG).
Na noite em que sumiu, a cabeleireira usava um vestido branco com pintas pretas.

Familiares, amigos e até pessoas desconhecidas prestam solidariedade aos parentes mais próximos nas redes sociais, e também iniciam uma campanha com a hashtag #OndeEstáMichele para tentar localizar a cabeleira. Parte da família vive em Cesário Lange, município da região central do estado de São Paulo, e veio para o Rio dar apoio aos parentes, que vivem a angustia da espera por notícias.

Qualquer informação que leve ao local onde está Michele deve ser repassada a DHNSG ou aos familiares pelos telefones (21) – 3731-9965, 97361-1032 ou (21) 99887-1245 (TJ), O telefone da DHNSG é 2717-2838. A unidade pede que, na hora da ligação, seja informado também o número do processo do caso (082-00310/2019), onde as informações serão inseridas. Qualquer pessoa que tiver pistas sobre o paradeiro da Michele poderá utilizar esses números para passar informações de forma anônima.

FONTE: JORNAL GAZETA MARICÁ

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